Quem Somos 

Missão e história

Tendo começado a operar na gestão e exploração de aterros sanitários de associações de municípios, nomeadamente através da recolha e tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), a Lena Ambiente tem vindo a diversificar as suas áreas de atuação, dando assim resposta às necessidades e expectativas dos seus clientes e do País em matéria de proteção ambiental e saúde pública.
Apesar das atividades divergirem significativamente entre as diferentes empresas em que a Lena Ambiente, S.A. detém participações, a preservação do meio ambiente constitui, transversalmente a todas elas, mais do que uma preocupação ou atividade, uma missão. Nesse âmbito a missão das diferentes empresas em que a Lena Ambiente, S.A. detém participações, complementa-se no que diz respeito a uma missão mais global, e que pode ser descrita como:

DEVOLVER À NATUREZA A SUA PUREZA ORIGINAL, ALIANDO-SE A PRESERVAÇÃO DOS NOSSOS RECURSOS NATURAIS À TECNOLOGIA, NUMA ALIANÇA PERFEITA ENTRE O CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL E O DESENVOLVIMENTO A LONGO PRAZO.

No entanto para que o projeto Lena Ambiente chegasse ao seu estado atual, um longo caminho foi percorrido no decorrer do qual o modelo de negócio foi sendo atualizado, numa perspetiva de melhoria contínua. Nesse sentido passa-se de seguida a ilustrar um pouco do percurso percorrido ao longo de mais de uma década.
Em Junho de 1998, com o início de atividade do aterro sanitário de Abrantes, surge a Solurbe – Tratamento de Resíduos Sólidos, futura Lena Ambiente S.A. através de alteração da sua denominação social em 2004. Após a experiência inicial no aterro de Abrantes vendido em 2006, é precisamente na área de tratamento de resíduos que a Lena Ambiente prossegue a sua atividade num primeiro momento, nomeadamente através das seguintes infraestruturas:

Aterro sanitário de Avis e a respetiva Estação de Transferência de Ponte de Sôr, abrangendo um conjunto de cinco municípios (Avis, Alter do Chão, Ponte de Sôr, Fronteira e Sousel);
Aterro sanitário de Almeirim onde se incluem ainda duas estações de transferência e três ecocentros;
Aterro de Resíduos Industriais Banais (RIB) de Leiria, que à data constituía a segunda infraestrutura deste tipo a entrar em atividade no país. Esta infraestrutura integra-se na Lena Ambiente através da participação da Lena Ambiente SGPS na empresa Resilei, SA;
Aterro de RIB de Castelo Branco, o terceiro da sua classe a nível nacional, cuja responsabilidade de exploração e respetiva gestão é da Lena Ambiente;
Aterro sanitário de Évora e respetiva estação de triagem, assim como outras quatro estações de triagem, quatro estações de transferência, treze ecocentros e a concessão da recolha seletiva de resíduos.
A participação da Lena Ambiente em todas as referidas infraestruturas surge na sequência de um convite da parte da Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE), a partir do qual é então criada a empresa intermunicipal (EIM) GESAMB, EIM;
Aterro de resíduos não perigosos de Beja, tendo por objetivo dar resposta à necessidade de encaminhamento deste tipo de resíduos por parte dos produtores do Alentejo e Algarve.
Também em 2005, as infraestruturas de tratamento de resíduos de Almeirim passam a ser geridas pela Ecolezíria, uma empresa de posicionamento intermunicipal integrada no sistema RESIURB desde 2000 e reforçada em 2005, com a entrada na mesma da Lena Ambiente e outro parceiro privado;

No setor dos serviços de recolha e tratamento de águas residuais, a ainda Solurbe iniciou a sua atividade em 2002 com participação na Arabrantes, A.C.E.
Em 2008, inicia-se a concessão do serviço de saneamento no mesmo concelho, de Abrantes, com a empresa Abrantáqua, participada da Lena Ambiente.
Em Outubro de 2010 inicia o seu primeiro serviço com a componente de tratamento e distribuição de água de abastecimento, com participação na Cartagua.
Nesta área de mercado destaca-se a seguinte evolução de serviços prestados:

ETAR de Alcanena, unidade de reciclagem de banhos de crómio (SIRECRO) e manutenção da rede de coletores – contrato conjunto com a gestão dos aterros de lamas e de resíduos das indústrias de curtumes. Esta prestação de serviços incluiu também a monitorização das unidades de pré-tratamento dos utilizadores industriais, e a monitorização ambiental dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos do concelho de Alcanena.
O SIRECRO processa a reciclagem dos banhos de crómio utilizados na indústria dos curtumes, com forte presença na região, com o benefício de os recuperar, que caso contrário integravam as águas residuais a tratar na ETAR, assumindo uma relevante importância ambiental e estratégica para o setor.
Serviço de águas residuais do município de Abrantes por um período de 30 anos, que engloba as vertentes de operação, manutenção e reabilitação das infraestruturas afetas.
Engloba a realização de investimentos com o objetivo de aumentar o nível de atendimento do serviço de 74% para 93% da população do Município, nos primeiros 6 anos de concessão.
As infraestruturas a gerir correspondem a 27 ETAR, 40 estações elevatórias (EE) e uma rede de coletores com cerca de 260 km, que serve um universo de 22.000 contratos.
A gestão do serviço prevê ainda a manutenção da rede de drenagem de águas pluviais.
A concessão resulta da associação entre a Lena Ambiente – Gestão de Resíduos, SA e a Aqualia Gestión Integral Del Agua, SA, que constituíram a empresa Abrantaqua, SA.
Gestão conjunta dos serviços públicos municipais de abastecimento de água, recolha e tratamento das águas residuais, de carácter doméstico ou industrial, na área do município do Cartaxo, por um período de 35 anos.
As infraestruturas que integram o serviço, incluindo-se as previstas construir ao abrigo do contrato de concessão, correspondem a 5 furos de captação, 5 reservatórios elevados, 10 reservatórios apoiados, 3 EE, 200 km de condutas e cerca de 13.000 contadores do serviço de abastecimento. Do sistema de saneamento correspondem mais de 150 km de coletor, 8 ETAR e 15 EE.
A empresa concessionária designa-se Cartagua, Águas dos Cartaxo, SA, sendo detida, à semelhança da Abrantaqua, pela Lena Ambiente – Gestão de Resíduos, SA e pela Aqualia Gestión Integral Del Agua, SA.

Após a entrada no sector dos resíduos e tratamento de águas, em junho de 2008 a Lena Ambiente volta a apostar em novos nichos de mercado, desta vez na gestão de embalagens, fornecendo soluções tecnologicamente inovadoras à indústria e serviços, com destaque para o ramo agroalimentar.
As infraestruturas anexadas a esta área de negócio são os seguintes:

Centro de higienização e recuperação de embalagens do Mercado Abastecedor de Lisboa (MARL).
Centro de higienização e recuperação de embalagens do Mercado Abastecedor de Coimbra (MAC).

Em abril de 2012 a Lena Ambiente cinde a sua atividade no sector dos resíduos constituindo a Lena Ambiente II, a qual por sua vez é incorporada conjuntamente com outras empresas do grupo na empresa Nouvelles Environments, SA, criada em maio de 2012 através de uma parceria entre a Lena Ambiente SGPS, SA e a Fomentinvest Ambiente – SGPS, SA.
Em setembro de 2012, a empresa SSBioenergias passa a integrar a Lena Ambiente, SA através da aquisição de 80% do capital.
A parceria  entre a Lena Ambiente SGPS, SA e a Fomentinvest Ambiente – SGPS, SA termina em junho de 2016 e, na mesma altura, é decidida a fusão da Lena Ambiente II na Lena Ambiente, SA. A fusão teve efeitos formais no 1º semestre de 2017.
Relativamente a perspetivas para futuro, a atividade da Lena Ambiente prevê grandes desenvolvimentos nos próximos tempos, nomeadamente através de uma aposta crescente em mercados internacionais, particularmente Angola e Brasil.
De forma a garantir um crescimento sustentado os nossos sucessos do passado, e principalmente os do futuro, passam pelo:

  • Rigor nos serviços prestados e nos produtos fornecidos;
  • Solidez das empresas e das parcerias;
  • Inovação dos nossos projetos;
  • Know-how das nossas equipas;
  • Proximidade dos nossos clientes internos e externos;
  • Rapidez na resposta;
  • Sustentabilidade Ambiental;
  • Responsabilidade Social.